Dentista Para Todos
Cirúrgico

Extrações dentárias em Juazeiro do Norte

Procedimento cirúrgico confortável quando manter o dente não é viável. Remoção de dentes inviáveis, raízes residuais, sisos problemáticos ou por indicação ortodôntica, com anestesia local e protocolo cirúrgico seguro. Recuperação rápida com orientações claras de pós-operatório.

Resumo
Extrações
Duração
Extrações simples levam de 15 a 30 minutos. Extrações complexas (sisos inclusos, dentes com raízes divergentes, casos com odontossecção) podem levar de 45 a 90 minutos. Cicatrização gengival inicial em 7 a 14 dias; cicatrização óssea completa em 2 a 4 meses, com volta à vida normal em 24 a 72 horas após o procedimento.
Tipo
Cirúrgico
Atendemos
R. São Pedro, 918 — 1º andar, Centro
Juazeiro do Norte, CE · Região do Cariri
Visão geral

O que é extrações dentárias

Extração dental é o procedimento cirúrgico para remoção de um dente do seu alvéolo ósseo. Em odontologia moderna, é uma das últimas opções, indicada apenas quando manter o dente não é viável ou seguro. Antes de extrair, sempre avaliamos alternativas conservadoras — tratamento de canal, restauração ampla, coroa protética — porque manter o dente natural é quase sempre clinicamente preferível.

Indicações clássicas incluem: dentes muito destruídos por cárie sem possibilidade de reconstrução, fraturas irrecuperáveis (especialmente fratura radicular vertical), infecções avançadas sem resposta a tratamento conservador, dentes com periodontite severa e mobilidade extrema, sisos problemáticos (impactados com dor, infecções recorrentes, cárie ou risco para dentes vizinhos), e indicações ortodônticas específicas para criar espaço.

Com anestesia local moderna e técnicas cirúrgicas atuais, a maioria das extrações é confortável durante o procedimento e tem recuperação tranquila. Anestésicos como lidocaína 2% com epinefrina e articaína 4% bloqueiam completamente a sensibilidade da região por 1 a 3 horas, permitindo trabalho cirúrgico sem dor para o paciente.

Casos mais complexos — sisos inclusos com posição alterada, dentes com raízes curvas, extrações múltiplas, pacientes com condições sistêmicas — exigem planejamento radiográfico detalhado e, em algumas situações, tomografia. Esses casos podem ter duração maior (60 a 90 minutos) e exigir técnica cirúrgica específica com odontossecção (divisão do dente em fragmentos para facilitar remoção).

Para o paciente do Cariri cearense, ter clínica que faz extrações com técnica e cuidado modernos é importante. Atendimento por ordem de chegada em horário de atendimento permite resolver urgências cirúrgicas (infecções, dor de siso, traumas) no mesmo dia em muitos casos. Casos eletivos são planejados com avaliação prévia, exames radiográficos e orientação detalhada de pré e pós-operatório.

Mitos: extração não "causa cegueira" — não há relação anatômica que justifique essa lenda; extração não é "a primeira solução" — é última opção quando alternativas conservadoras não são viáveis; extração de siso não "empurra os outros dentes para frente" — apinhamento posterior pode ter outras causas; recuperação da extração não dura semanas para a maioria — em 7 a 14 dias o paciente está confortável e em vida normal.

Passo a passo

Como funciona

  1. 01
    Avaliação clínica e radiográfica

    Anamnese detalhada, exame clínico, radiografia periapical ou panorâmica conforme caso. Em sisos inclusos ou casos complexos, tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) para visualização 3D. Confirmação da necessidade de extração após esgotamento de alternativas conservadoras.

  2. 02
    Planejamento cirúrgico e orientação pré-operatória

    Avaliação de condições sistêmicas (hipertensão, diabetes, anticoagulantes, condições cardíacas), prescrição de medicação pré-operatória se indicado (antibiótico em casos específicos), orientação sobre alimentação prévia, jejum de medicamentos quando aplicável, planejamento de transporte pós-procedimento.

  3. 03
    Anestesia local

    Bloqueio anestésico completo da região com técnica adequada — bloqueio do nervo alveolar inferior para dentes posteriores inferiores, infiltração para dentes superiores e anteriores inferiores, anestesia complementar quando necessário. Confirmação da anestesia eficaz antes de iniciar o procedimento.

  4. 04
    Sindesmotomia e luxação inicial

    Descolamento controlado do ligamento periodontal e da gengiva ao redor do dente com sindesmótomo. Luxação inicial com elevadores (alavancas) específicos, criando espaço entre dente e alvéolo. Movimentos calculados, sem força excessiva, para evitar fratura óssea ou fragmentação radicular.

  5. 05
    Remoção do dente

    Com fórceps específicos para cada grupo dental, removemos o dente com movimentos vestíbulo-linguais controlados, finalizando com tração axial. Em casos de raízes divergentes ou dente muito destruído, fazemos odontossecção (divisão do dente com broca) para remoção em fragmentos, com menor trauma ao osso e tecidos vizinhos.

  6. 06
    Limpeza alveolar e sutura

    Curetagem cuidadosa do alvéolo para remoção de tecido inflamatório, granuloma ou cisto residual. Em alguns casos, regularização das bordas ósseas com lima de osso. Sutura com fio reabsorvível ou não reabsorvível para aproximar bordas gengivais e proteger o coágulo. Compressa de gaze sob pressão por 30 minutos.

  7. 07
    Orientações pós-operatórias detalhadas

    Instruções por escrito sobre alimentação (líquidos e pastosos fria por 24h, evolução gradual), medicações prescritas, cuidados com o coágulo (não cuspir, não chupar canudo, não enxaguar nas primeiras 24h), repouso, sinais de alerta para retorno imediato. Agendamento de retorno em 7 a 10 dias para avaliação e remoção de sutura quando não reabsorvível.

Indicações

Quando é indicado

  • Dentes com destruição coronária severa irrecuperável por cárie ou fratura.
  • Restos radiculares (raízes residuais) sem possibilidade de aproveitamento protético.
  • Infecção avançada (abscesso, fístula) sem resposta a tratamento conservador.
  • Periodontite severa com perda óssea avançada e mobilidade dental extrema.
  • Indicação ortodôntica — extrações estratégicas (geralmente pré-molares) para criar espaço.
  • Sisos inclusos com sintomatologia (dor, pericoronarite recorrente, infecção).
  • Sisos com cárie ou risco de cárie para os molares vizinhos por mau posicionamento.
  • Dentes supranumerários (extras) que interferem na erupção dos permanentes.
  • Dentes retidos sem possibilidade de tracionamento ortodôntico.
  • Preparo para colocação de prótese total em pacientes com dentes muito comprometidos.
  • Fraturas radiculares verticais (irrecuperáveis).
  • Reabsorções radiculares avançadas internas ou externas.
Cuidados

Cuidados antes e após o procedimento

Antes

  • Informe todos os medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes (varfarina, rivaroxabana, dabigatrana).
  • Comunique condições sistêmicas — hipertensão, diabetes, problemas cardíacos, alergias.
  • Faça uma refeição leve antes do procedimento — jejum prolongado piora mal-estar.
  • Em cirurgias maiores ou sob ansiedade, organize transporte e acompanhante.
  • Em casos selecionados (problemas cardíacos específicos), antibiótico profilático conforme prescrição.
  • Suspensão de aspirina ou anticoagulantes só com orientação médica conjunta.

Depois

  • Morder gaze sob pressão por 30 minutos para formação adequada do coágulo.
  • Compressa de gelo fora do rosto nas primeiras 24 horas reduz inchaço.
  • Alimentação líquida fria e pastosa nas primeiras 24 a 48 horas (sorvete, gelatina, sopa fria).
  • Não cuspir, não chupar canudo, não bochechar com força nas primeiras 24 horas.
  • Não escovar a região operada nas primeiras 24 horas; higienizar outros dentes normalmente.
  • Evitar esforço físico, sol forte, álcool e cigarro por 3 a 5 dias.
  • Tomar medicações prescritas rigorosamente — anti-inflamatório, analgésico, antibiótico se houver.
  • Em caso de sangramento ativo após 1 hora de gaze, dor crescente ou febre, voltar imediatamente.
  • Retorno em 7 a 10 dias para avaliação e remoção de sutura quando aplicável.
Aprofundamento clínico

Quando a extração dental é realmente necessária

A decisão pela extração dental é sempre criteriosa e individualizada. Em odontologia moderna, preservar o dente natural é prioridade — manter osso alveolar, manter os dentes vizinhos em posição, manter propriocepção e função mastigatória, evitar a cascata de problemas que vem com a perda dental (necessidade de prótese ou implante, reabsorção óssea, migração de dentes adjacentes, extrusão do antagonista). Por isso, antes de extrair, sempre esgotamos alternativas conservadoras.

Cárie extensa que destruiu mais de 60-70% da coroa pode ainda ser reconstruída com pino de fibra e coroa protética em alguns casos. Tratamento de canal seguido de reconstrução resolve dentes com inflamação pulpar irreversível. Periodontite com perda óssea moderada pode ser controlada com tratamento periodontal especializado, mantendo o dente em função por anos. A extração só é indicada quando nenhuma dessas alternativas é viável tecnicamente ou financeiramente.

Sisos têm critérios próprios. Sisos bem posicionados, sem cárie, sem pericoronarite recorrente e sem comprometer a higiene dos dentes vizinhos podem permanecer. Sisos impactados com dor, infecções recorrentes, cárie do próprio siso ou do segundo molar adjacente, formação de cistos ou prejuízo para a higiene são indicação clara de remoção. Avaliação radiográfica é essencial para essa decisão.

Indicações ortodônticas envolvem extrações estratégicas — geralmente de pré-molares — para criar espaço necessário para alinhamento dos demais dentes. Essa decisão é tomada pelo ortodontista após análise da documentação completa, considerando relação maxila-mandíbula, ângulo dos incisivos, espaço necessário e estética final. Casos com discrepância óssea severa podem alternativamente exigir cirurgia ortognática.

Em pacientes com periodontite avançada generalizada, com múltiplos dentes em mobilidade severa, a indicação pode ser extração múltipla seguida de reabilitação protética total (prótese total convencional ou sobre implantes). Decisão muito impactante para o paciente, sempre tomada após esgotamento de opções de tratamento periodontal e conversa franca sobre prognóstico.

Fraturas radiculares verticais — geralmente em dentes endodonticamente tratados com pinos antigos — são frequentemente irrecuperáveis. O dente trinca verticalmente, da coroa à raiz, criando porta de entrada para bactérias e infecção crônica. Diagnóstico exige avaliação clínica criteriosa e às vezes tomografia. Quando confirmado, extração é indicada para evitar perda óssea e infecção persistente.

Aprofundamento clínico

Como a extração é feita: técnica e segurança

A extração moderna começa com avaliação radiográfica adequada — periapical para dentes individuais simples, panorâmica para visão geral e relação com estruturas vizinhas, tomografia (CBCT) para casos complexos como sisos inclusos próximos ao nervo alveolar inferior ou ao seio maxilar. Sem esse planejamento, riscos de complicações aumentam significativamente. "Olhar e arrancar" é prática antiga e inadequada.

A anestesia local moderna utiliza lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 para a maioria dos casos, articaína 4% com epinefrina para anestesia mais profunda ou em casos refratários, mepivacaína 3% sem vasoconstritor para pacientes cardiopatas ou alérgicos. Técnica adequada de injeção (anestesia tópica em gel prévia, agulha fina, injeção lenta) torna a anestesia confortável. Confirmação do bloqueio antes de iniciar evita desconforto durante o procedimento.

A técnica cirúrgica varia conforme o caso. Extrações simples — dentes íntegros, raízes únicas e retas, sem complicações — usam sindesmotomia, luxação com elevador e remoção com fórceps. Movimentos controlados, sem força excessiva. Extrações complexas — sisos inclusos, dentes com raízes curvas ou divergentes, dentes muito destruídos — frequentemente exigem retalho gengival, osteotomia (remoção de pequena quantidade de osso) e odontossecção (divisão do dente em fragmentos).

A odontossecção é técnica importante. Em vez de tentar remover o dente inteiro (forçando o osso ao redor e gerando trauma), dividimos o dente com broca cirúrgica em fragmentos menores, removendo cada parte separadamente. Resultado: menor trauma ósseo, recuperação mais rápida, menor risco de fratura mandibular em casos extremos. Indicação técnica precisa, não "complicação" do procedimento.

Limpeza alveolar pós-extração é essencial. Curetagem para remover tecido inflamatório residual, granulomas ou cistos pequenos. Em alguns casos, regularização das bordas ósseas com lima de osso para evitar arestas afiadas que machucam a mucosa durante a cicatrização. Lavagem com soro fisiológico estéril. Avaliação de necessidade de sutura para aproximar bordas gengivais.

Em pacientes com necessidade futura de implante ou prótese, considerações específicas: preservação alveolar com biomateriais (enxerto ósseo no alvéolo), técnica atraumática para preservação do osso vestibular, planejamento integrado da reabilitação. Para o paciente do Cariri que vai fazer implante, fazer a extração com técnica preservadora pode evitar enxerto ósseo maior no futuro.

Aprofundamento clínico

Cuidados pós-extração: cicatrização adequada

As primeiras 24 horas após extração são críticas para formação adequada do coágulo no alvéolo. O coágulo é a base da cicatrização — protege o osso exposto, contém células que iniciarão a reparação, é substituído progressivamente por tecido de granulação e depois por novo osso. Perder o coágulo significa alvéolo seco — complicação dolorosa que estende cicatrização e exige tratamento específico.

Para proteger o coágulo, regras claras: não cuspir nas primeiras 24 horas (a sucção desloca o coágulo); não chupar canudo (mesmo motivo); não bochechar com força (não chacoalhar líquido na boca); não escovar a região operada nas primeiras 24 horas. Em alguns casos com sutura adequada, essas restrições são menos rigorosas, mas a regra geral protege a cicatrização inicial.

Compressa de gelo aplicada externamente sobre a região (não dentro da boca) nas primeiras 24 a 48 horas reduz inchaço facial. Intervalos de 20 minutos com gelo e 20 minutos sem, repetidamente. Após 48 horas, se ainda houver inchaço, pode-se alternar para compressas mornas (ajudam a reabsorver o edema). Inchaço leve a moderado nos primeiros 2 a 3 dias é normal, especialmente em extração de sisos.

Alimentação inicial deve ser líquida fria e pastosa nas primeiras 24 a 48 horas — sorvete (sem chupar), gelatina, vitamina, sopa fria, iogurte. Evitar alimentos quentes (vasodilatação aumenta sangramento), duros (podem deslocar coágulo) ou com pedaços pequenos (sementes, arroz, grãos que entram no alvéolo). Gradualmente, em 3 a 7 dias, retoma-se alimentação normal, evitando mastigar do lado operado por mais alguns dias.

Medicações prescritas devem ser tomadas rigorosamente — analgésico (dipirona, paracetamol, ibuprofeno) para controle de dor; anti-inflamatório (ibuprofeno, nimesulida) quando indicado para reduzir edema; antibiótico (amoxicilina, clindamicina) apenas em casos com infecção ativa, imunossupressão ou cirurgias extensas. Não usar antibiótico por conta própria — só com indicação odontológica.

Sinais de alerta para retorno imediato: sangramento ativo após 1 hora de gaze comprimida; dor crescente após o 3º dia (pode indicar alvéolo seco); febre persistente; inchaço facial crescente após 72 horas; pus saindo do alvéolo; mau gosto persistente; mau hálito intenso. Diagnóstico precoce de complicações permite tratamento simples. Esperar piora complica desnecessariamente.

Aprofundamento clínico

Mitos e verdades sobre extração dental

Mito: "Extrair dente causa cegueira ou problemas neurológicos." Verdade: não há relação anatômica que justifique essas lendas. Os nervos da face e dos dentes são distintos dos nervos da visão. Lendas vêm de associações temporais (alguém extraiu e adoeceu por outro motivo), sem nexo causal real. Extração feita corretamente, com técnica adequada, é procedimento seguro.

Mito: "Extração de siso empurra os outros dentes para frente." Verdade: o apinhamento dos dentes anteriores que aparece em adultos jovens tem múltiplas causas (crescimento facial residual, perda de retenção pós-ortodontia, hábitos como apertamento). Sisos podem contribuir em alguns casos, mas não são causa única nem principal. Decisão sobre extração de siso é baseada em sua própria condição, não em proteção dos dentes anteriores.

Mito: "Tomar antibiótico antes de toda extração." Verdade: antibiótico profilático tem indicações específicas — pacientes com determinadas condições cardíacas, imunossupressão, prótese articular recente, infecção ativa. Para extrações eletivas em pacientes saudáveis, antibiótico não é necessário e seu uso indiscriminado contribui para resistência bacteriana. Indicação é individual.

Mito: "Após extração, posso comer normalmente no mesmo dia." Verdade: nas primeiras 24 a 48 horas, alimentação deve ser líquida fria e pastosa para proteger o coágulo. Alimentação normal só após 3 a 7 dias, evitando mastigar do lado operado por mais alguns dias. Pular essa fase aumenta risco de alvéolo seco e atraso na cicatrização. Vale a pena seguir orientações.

Mito: "Extração demora semanas para cicatrizar e me deixa sem trabalhar muito tempo." Verdade: para extrações simples, 1 a 3 dias de repouso são suficientes para a maioria dos pacientes. Cicatrização gengival inicial em 7 a 14 dias, com vida normal antes disso. Extrações complexas podem exigir até 1 semana de afastamento. Cicatrização óssea completa leva 2 a 4 meses, mas não impede atividades normais durante esse período.

Mito: "Se vou extrair, melhor extrair logo todos os de uma vez para resolver." Verdade: extrações múltiplas em sessão única só são indicadas em casos específicos (reabilitação total para prótese, indicação ortodôntica integrada). Em geral, extrações são individualizadas por necessidade clínica de cada dente. Extrair sem indicação "para resolver" é sobretratamento e gera problemas evitáveis.

Aprofundamento clínico

Extrações no Cariri: organização para pacientes do interior

Na Dentista Para Todos, em Juazeiro do Norte, extrações são realizadas com técnica cirúrgica moderna, anestesia local adequada e orientações detalhadas de pós-operatório. Casos simples são resolvidos no mesmo dia da avaliação quando há urgência (dor, infecção, trauma). Casos complexos passam por avaliação radiográfica prévia e planejamento cirúrgico antes da execução.

Para pacientes do eixo Juazeiro-Crato-Barbalha, extrações simples são frequentemente resolvidas em consulta única, com o paciente voltando para casa no mesmo dia. Casos cirúrgicos maiores (sisos inclusos, múltiplas extrações) são agendados em sessões com tempo adequado. Retorno em 7 a 10 dias para avaliação de cicatrização e remoção de sutura quando aplicável.

Pacientes vindos de cidades próximas com deslocamento maior, como Missão Velha e Jardim — recebem orientação especial para o pós-operatório. Em casos selecionados, retorno por foto via WhatsApp 7 dias depois é possível, com presença na clínica apenas se houver intercorrência ou necessidade de remoção de sutura.

Casos de urgência cirúrgica — abscesso com inchaço facial, dor intensa de siso, trauma com fratura dental — são atendidos por ordem de chegada em horário de atendimento. Em muitos casos, conseguimos resolver no mesmo dia da chegada do paciente do Cariri. WhatsApp da clínica facilita comunicação prévia para paciente vindo de longe.

Pacientes com necessidade futura de prótese ou implante após extração recebem orientação integrada. Em alguns casos, planejamos preservação alveolar (técnica que mantém volume ósseo após extração) para facilitar implante posterior. Em casos eletivos, prótese imediata pode ser confeccionada no nosso laboratório próprio para instalação no mesmo dia da extração — evitando que o paciente fique sem dente em região visível.

Por fim, vale lembrar: extração é última opção quando alternativas conservadoras não são viáveis. Para o paciente do Cariri cearense, fazer extração só quando realmente necessário, com técnica adequada e seguindo orientações de pós-operatório, garante recuperação tranquila e abre caminho para reabilitação posterior quando necessária. Atendimento humanizado faz toda a diferença em procedimento que pode gerar ansiedade.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre extrações

Extração dental dói?

Durante o procedimento, não — você está anestesiado e a área cirúrgica fica totalmente sem sensibilidade. Depois, pode haver desconforto leve a moderado por 1 a 3 dias, controlado eficazmente com analgésicos comuns como dipirona, paracetamol ou ibuprofeno conforme prescrição. A maioria dos pacientes relata que foi muito menos doloroso do que imaginavam. Dor crescente após o 3º dia deve ser comunicada — pode indicar alvéolo seco.

Quanto tempo demora para cicatrizar uma extração?

A cicatrização gengival inicial ocorre em 7 a 14 dias, quando a região se fecha visualmente e o desconforto cessa. A cicatrização óssea completa (preenchimento do alvéolo por novo osso) leva 2 a 4 meses, mas você já leva vida totalmente normal muito antes disso. Para a maioria das atividades cotidianas, 24 a 72 horas de cuidados específicos são suficientes para retorno gradual à rotina.

Posso colocar prótese ou implante após a extração?

Sim. Em alguns casos pode ser feita prótese imediata, confeccionada no nosso laboratório próprio antes da extração para instalação no mesmo dia, evitando que o paciente fique sem dente em região visível. Em outros casos, aguardamos cicatrização inicial de 2 a 3 meses antes de iniciar a reabilitação protética. Para implantes, podemos fazer instalação imediata em casos selecionados ou aguardar 3 a 6 meses para cicatrização óssea adequada.

Preciso tomar antibiótico antes ou depois da extração?

Não rotineiramente. Antibiótico profilático tem indicações específicas — pacientes com determinadas condições cardíacas, imunossupressão, prótese articular recente, infecção ativa pré-existente. Para extrações simples em pacientes saudáveis, antibiótico não é necessário e seu uso indiscriminado contribui para resistência bacteriana. A indicação é individualizada e prescrita quando realmente necessária.

Posso ir trabalhar no dia seguinte da extração?

Para extrações simples, geralmente sim, evitando esforço físico pesado, sol forte e estresse. Para cirurgias maiores (sisos inclusos, múltiplas extrações), 1 a 3 dias de repouso são mais adequados. Vale considerar o tipo de trabalho — atividades que exigem fala muito intensa ou exposição prolongada ao sol podem precisar de mais um dia de recuperação. Cada caso é individual.

Por que minha extração teve mais inchaço que esperava?

Inchaço (edema) é resposta inflamatória normal do organismo ao trauma cirúrgico. Pico entre 24 e 72 horas, com redução gradual nos dias seguintes. Extrações de sisos inclusos, múltiplas extrações na mesma sessão e pacientes mais jovens (com resposta inflamatória mais intensa) costumam ter mais inchaço. Compressa de gelo nas primeiras 24 horas e medicação anti-inflamatória prescrita ajudam a controlar. Inchaço crescente após 72 horas merece avaliação.

O que é alvéolo seco e como evitar?

Alvéolo seco (alveolite) é a perda do coágulo do alvéolo nos primeiros 3 a 5 dias após extração, expondo o osso ao meio bucal. Causa dor intensa, mau gosto, mau hálito e atraso na cicatrização. Para evitar: não cuspir, não chupar canudo, não bochechar com força nas primeiras 24 horas, não fumar nos primeiros dias. Tratamento é feito na clínica com curativo intra-alveolar específico e tem resolução em alguns dias.

Posso fumar depois de extrair um dente?

É fortemente desaconselhado nas primeiras 72 horas, idealmente por 5 a 7 dias. Fumar aumenta significativamente o risco de alvéolo seco (o ato de sugar a fumaça desloca o coágulo), reduz oxigenação tecidual e atrasa a cicatrização. Para extrações cirúrgicas mais extensas, recomendamos pausar o cigarro por 7 a 10 dias quando possível. Conversa franca sobre tabagismo é parte do planejamento pré-operatório.

Extração de siso é sempre cirúrgica e complicada?

Não. Sisos bem erupcionados, com raízes simples, em pacientes mais jovens podem ser extraídos como qualquer outro dente, em 15 a 30 minutos. Sisos inclusos (que não erupcionaram completamente), com raízes complexas ou próximos a estruturas anatômicas (nervo alveolar inferior, seio maxilar) são cirúrgicos, podendo levar 45 a 90 minutos com técnica específica. Avaliação radiográfica define a complexidade antes do procedimento.

Quanto custa uma extração dentária em Juazeiro do Norte?

O valor depende do tipo de extração — extração simples, extração de siso erupcionado, extração de siso incluso (cirúrgica), múltiplas extrações na mesma sessão. Trabalhamos com orçamento por escrito antes de iniciar, parcelamento conforme combinado. Em casos de urgência (infecção, dor intensa), atendemos por ordem de chegada em horário de atendimento. Fale com a clínica para entender os próximos passos e receber orientação sobre avaliação.

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